Sete títulos · 2011 – 2024

Os livros,
por dentro

Poesia e prosa poética, alguns em diálogo com a pintura e a fotografia. Cada entrada abre por um excerto — do livro ou de quem o apresentou.

Capa do livro Palavras Aguareladas, de Cecília Vilas Boas
Edição de autora · 2024
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Palavras Aguareladas

Prosa poética acompanhada das aguarelas da autora, expostas no lançamento do livro.

Sinopse

Facilmente nos deixamos levar nas asas das palavras, Nas asas das borboletas. Tudo, envolvido por um doce aroma floral. O destino é um campo colorido de emoções. Aceitam a viagem? — Cecília Vilas Boas

Lançamento de Palavras Aguareladas · Galeria Liminare · Lisboa

Capa do livro Pode um Rosto Revelar uma Alma?, de Cecília Vilas Boas
Chiado Books · 2019
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Pode um Rosto Revelar uma Alma?

O encontro das duas artes da autora: um livro em que a pintura e a prosa poética se escrevem uma à outra. Com texto de apresentação de Artur Manuel da Silva Oliveira.

Sinopse

Às vezes, a vida é um filão inesgotável de inspiração. Vou tirar «às vezes». É sempre! São as mesmas palavras que fazem a guerra e fazem o amor. As mesmas, as vidas de pasmo e de aflição. Porém, há versos escritos com o suor das horas. Palavras que têm o fogo da alma. Letras escritas com pingos salgados. Nesses casos, o leitor sente. E vai mais além. Fixa o espaço vazio entre as letras e olha a solidão que o acompanha até à morte. Pó, um dia cinzas, somos por breves momentos tocados por palavras que ressumam da vida, reverberam a mágoa e sobretudo mostram a falta de sentido da existência. Mas porque havia de ter sentido o contingente evoluir de anémonas no caldo do imenso universo? Muitas vezes, o poema faz do choro canção. Mesmo sem descobrir o sentido da vida, impõe-se com um sorriso eterno. É isso que ele nos quer dizer. Creio que este livro abre o alçapão: das misérias para o magnífico. Um rasgo da humanidade comum a todos, descrita com invulgar precisão. Despencamos, sim, mas com a alegria dos moços. — Artur Manuel da Silva Oliveira

Lançamento de Pode um Rosto Revelar uma Alma? · Chiado Clube Literário · Lisboa

Capa do livro Face a Face, de Cecília Vilas Boas
Chiado Books · 2017Com Raúl Torres Robles
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Face a Face

Retratos do fotógrafo Raúl Torres Robles em diálogo com poemas sobre o rosto — «o segredo da alma». Textos traduzidos em inglês, francês e castelhano.

Sinopse

O rosto — o segredo da alma. Como se a pele fosse o refúgio da fragilidade, e o coração a alquimia do olhar — o teu olhar… esse instante que passa mais lentamente do que todo o tempo. — Cecília Vilas Boas

Lançamento de Face a Face · Palácio Lambertini · Lisboa

Capa do livro Inconfidências, de Cecília Vilas Boas
Chiado Books · 2016Com Luís Leal
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Inconfidências

Parceria com o fotógrafo Luís Leal. Palavras que «têm tons, pedaços, efeitos» e se leem sem pontuação, sempre à volta de uma palavra mágica — Amor.

Sinopse

As palavras têm tons, pedaços, efeitos Leem-se sem pontuação Nem sempre são azuis nem maduras Nem sempre estão na estação certa Por vezes têm asas outras vezes despenham-se no fundo do corpo Mas existe uma palavra mágica — Amor — Cecília Vilas Boas

Sessão de autógrafos de Inconfidências · Feira do Livro de Lisboa · Chiado Editora

Capa do livro Tempo da Alma, de Cecília Vilas Boas
Chiado Books · 2015
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Tempo da Alma

Poemas escritos «mais com a alma do que com o corpo», entre a inquietação e a resignação. Ilustrações de Lena Gal e apresentação de Joaquim Pessoa.

Sinopse

Um livro de poemas sofridos, mais escritos com a alma do que com o corpo, num tempo que medeia entre a inquietação e a resignação, entre vazios e plenitudes e a memória sempre presente de uma felicidade partilhada que permanece fortemente viva, atuante mas redutora nos seus limites, entre o dia e a noite, entre o ontem e o agora, mas com uma desassombrada promessa de futuro. Futuro que a autora bem sabe que chegará, pleno de alegria e de oportunidade decisiva, «um dia, em qualquer tempo.» Os seus versos, acima de tudo, merecem-no. — Joaquim Pessoa

Lançamento de Tempo da Alma · Chiado Books · Lisboa

Capa do livro O Eco do Silêncio, de Cecília Vilas Boas
Esfera do Caos · 2012
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O Eco do Silêncio

Uma viagem aos lugares mais recônditos, em busca da essência do ser — metáforas que desventram o que de mais genuíno possuímos: o sentir.

Sinopse

Com esta obra mergulhamos nas profundezas da alma, numa procura incessante da essência do ser. Ela é uma busca de um tempo sem tempo, de um reviver e de um morrer consentidos. Ela é, também, a pele frágil do sentimento, de que se reveste a palavra, e as rosáceas duma trilha que se chama vida, e uma viagem aos nossos lugares mais recônditos, através de metáforas que desventram o que de mais genuíno possuímos — o sentir. — Cecília Vilas Boas

Lançamento de O Eco do Silêncio · Biblioteca-Museu República e Resistência · Lisboa

Capa do livro Âmbar e Mel — Janelas de Poesia, de Cecília Vilas Boas
Chiado Books · 2011Primeiro livro
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Âmbar e Mel — Janelas de Poesia

A estreia da autora. Em voz lírica, a escrita dos sentimentos: entre cores, aromas, sol, mar e luar, um convite a viajar no mundo dos sonhos e das emoções.

Sinopse

Na manhã madressilva banhada por gotas de orvalho, caminho descalça no bosque entre folhagens e musgos. O cantar do rouxinol brinca com os meus cabelos, invento amores, sorrio paixões. No rio que corre em mim, calmo, cristalino, purifico o meu ser, visto de branco a minha alma. Flores de jasmim, magnólias e lírios, cheiros discretos a âmbar e mel, decoram o meu sonho neste pedaço de paisagem... — Cecília Vilas Boas

Lançamento de Âmbar e Mel · Livraria Les Enfants Terribles · Lisboa